Recordações de Ismael Nery

  • de Murilo Mendes
Sinopse

Reúnem-se aqui, pela primeira vez em livro, os artigos publicados por Murilo Mendes ao longo do ano de 1948, em O Estado de S. Paulo. e Letras e Artes, nos quais o poeta mineiro faz um retrato do pintor Ismael Nery, que morreu prematuramente aos trinta e três anos, em 1934. Nestes textos – caracterizados no prefácio de Davi Arrigucci como “depoimento sobre uma rara e fervorosa amizade entre dois artistas” – Ismael aparece de corpo inteiro na prosa fluente de Murilo, que revela todas as faces da personalidade inquieta do amigo, dotado de um talento que se expandia, além da pintura, em campos diversos: poesia, dança, arquitetura e mesmo a filosofia. Mas ao longo desta breve história de uma amizade, revelam-se também vários aspectos da formação intelectual e artística do próprio Murilo, bem como do ambiente cultural carioca do período.

Ficha técnica

R$ 26,00
ISBN 10: 8531403057
ISBN 13: 9788531403057
1ª edição, impressão de 1996

160 páginas
12 x 20 cm
Brochura
Coleção Críticas Poéticas
Coedição: Editora Giordano

Eventos

16/09
de 2020

Lançamento de “Sobre os Primórdios da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP”

Acontece na quarta-feira, 16/9/2020, o lançamento e o debate virtual de "Sobre os Primórdios da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP", organizado por Walnice Nogueira Galvão.

Mais Eventos

Mais

Livro de entrevistas lembra os primeiros anos da USP

Obra traz depoimentos de Paul Bastide, Antonio Candido, Florestan Fernandes e Mário Schenberg, entre outros

Edusp tem novo diretor-presidente

Carlos Roberto Ferreira Brandão, ex-diretor do MAC (2016-2020), é o novo diretor-presidente da Edusp a partir de setembro de 2020.

Trabalhadores humanitários e o legado de Sérgio Vieira de Mello

Trajetória de Sérgio ilumina possibilidades da ação humanitária e o terreno como lugar dos direitos humanos

“Não há evolução sem ruptura”

Entrevista com Alex Flemming, pintor, escultor e gravador

É verdade que nevou em São Paulo em 1918?

No caderno de visitas da famosa garçonnière mantida pelo escritor Oswald de Andrade na Rua Líbero Badaró, apelidada de "covil da rua Líbero", há a referência de que nevou ...
Mais