Coleção Mário de Andrade

Religião e Magia, Música e Dança, Cotidiano

  • org. Marta Rossetti Batista
Sinopse

Este volume da coleção Uspiana Brasil 500 Anos devolve ao público e aos estudiosos objetos de natureza variada reunidos por Mário de Andrade. Os objetos, devidamente identificados, documentados e contextualizados, são acompanhados de textos introdutórios sobre o colecionador e a coleção, rastreando as pesquisas do escritor e seu diálogo com os intelectuais da época. As peças são às vezes preciosas por seu valor estético, outras, pelo valor etnográfico ou documental. Entre elas, encontram-se representantes da imaginária católica, de feição erudita ou de santeiros regionais, e de costumes e superstições do “catolicismo popular brasileiro”. Há também objetos que revelam outras culturas formadoras do povo brasileiro, como a arte indígena e a arte afro-brasileira, e, sobretudo, aqueles que apontam “tradições” que se consolidaram nas manifestações populares, na dança e música, nos usos, costumes e tradições.

Ficha técnica

R$ 331,00
ISBN 10: 8531407869
ISBN 13: 9788531407864
1ª edição, impressão de 2004

452 páginas
25 x 28 cm
Capa dura
Coleção Uspiana - Brasil 500 Anos
Coedição: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo

Eventos

19 a
31/10
de 2020

Lombada

A Edusp participa da Lombada, a feira de livros da PUCPR, oferecendo uma seleção especial de títulos com 50% de desconto

Mais Eventos

Mais

Antropólogo cultural Néstor García Canclini assume cátedra na USP

Autor de Culturas Híbridas toma posse na Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência da USP

Livro de entrevistas lembra os primeiros anos da USP

Obra traz depoimentos de Paul Bastide, Antonio Candido, Florestan Fernandes e Mário Schenberg, entre outros

Edusp tem novo diretor-presidente

Carlos Roberto Ferreira Brandão, ex-diretor do MAC (2016-2020), é o novo diretor-presidente da Edusp a partir de setembro de 2020.

Trabalhadores humanitários e o legado de Sérgio Vieira de Mello

Trajetória de Sérgio ilumina possibilidades da ação humanitária e o terreno como lugar dos direitos humanos

“Não há evolução sem ruptura”

Entrevista com Alex Flemming, pintor, escultor e gravador
Mais