Tratado da Gravura

Da Maneira de Gravar à Água-forte e a Buril e da Gravura em Maneira Negra

  • de Abraham Bosse
  • org. Marco Buti
  • trad. Julia Vidile
Sinopse

Impresso pela primeira vez em Paris, em 1643, o Tratado de Abraham Bosse, um dos mais prolíficos gravadores franceses do século XVII, organiza e sistematiza possibilidades da água-forte e discute técnicas de gravação em metal. Dividida em quatro partes, esta edição — que apresenta uma versão ampliada do original com comentários de Marco Buti, professor de gravura e desenho no Departamento de Artes Plásticas da USP — trata da gravura a verniz duro, como era praticada na época do autor; da gravação a verniz mole; da gravura a buril; e da construção das prensas e demais instrumentos necessários ao ofício do impressor, bem como de seu uso na impressão em talho-doce. Mais do que um manual técnico, um livro de história da arte e da gravura ou um ensaio de crítica artística, este tratado é, sobretudo, um retrato detalhado do período em que foi produzido, oferecendo uma perspectiva única sobre as práticas e os saberes de sua época.

ver sumário

Ficha técnica

R$ 120,00
ISBN 13: 9786557852064
1ª edição, impressão de 2025
288 páginas

19 x 27,5 cm
Capa dura
Coedição: Com-Arte Editora-Laboratório

Eventos

10/12
de 2025

Confira: lançamento de O Avanço da inovação na USP

Obra de Guilherme Ary Plonski terá dois eventos de lançamento em São Paulo.

Mais Eventos

Mais

A difusão da literatura russa no Brasil em duas obras de Bruno Barretto Gomide

“Dostoiévski na Rua do Ouvidor” e “Da Estepe à Caatinga” analisam o impacto dos escritores russos sobre a crítica literária, os escritores e o mercado editorial ...

As proteções e as restrições aos direitos fundamentais em obra de Virgílio Afonso da Silva

“Direitos Fundamentais: Conteúdo Essencial, Restrições e Eficácia” analisa o alcance dos direitos fundamentais, bem como sua interpretação na jurisprudência do Brasil

Fernando Novais reflete sobre a história do Mediterrâneo segundo Braudel

Em entrevista exclusiva, o historiador brasileiro examina a obra de Fernand Braudel, com destaque para o celebrado "O Mediterrâneo e o Mundo Mediterrâneo na Época de Filipe II"

Mitologia como espelho da sociedade medieval pela obra de Hilário Franco Júnior

A trilogia “Ensaios de Mitologia Medieval” revela o impacto do período medieval em fenômenos sociais que duram até os dias de hoje

O cotidiano como patrimônio em moradias sociais

Flávia Brito do Nascimento, em obra recém-lançada pela Edusp, analisa as dimensões patrimoniais, materiais e memoriais dos conjuntos residenciais de operários em São Paulo
Mais